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08/06


28.9.05

No domingo a gente acordou bem tarde e foi tomar café às 2pm. Depois, fomos pro Shopping Muller gastar algumas fichas no filiperama de lá. Voltamos pro hotel e fomos andar pela praça ali perto, mas a feira já tinha fechado. Umas quatro e pouco fomos no Durski almoçar o banquete eslavo. Demos de cara com a porta fechada. Só em São Paulo mesmo as coisas funcionam 24h. Então comemos num bar ali do lado, que estava uma delícia, apesar da enorme decepção de não comer o banquete. Começou a chover forte e voltamos pro hotel pra escovar os dentes e ir pros shows, que começavam mais cedo. Chegamos lá debaixo de um temporal, e estava começando Karine Alexandrino. Ficamos num lugar ótimo dessa vez, vendo os tudo do segundo andar, com uma vista perfeita do palco. O Raveonettes foi bem legal, mais rock que o disco, três guitarras no palco e uma vocalista bem simpática. Valeu a pena. Depois veio o Mercury Rev. Ah, o Mercury Rev. Não vai dar pra contar aqui como foi, quem estava lá sabe do que tô dizendo. Foi mais que um show, como disse o Denem. Foi uma experiência de vida, que ultrapassa os limites físico do corpo e da mente. Clima perfeito, só músicas lindas, o vocalista se entregando, dançando, sorrindo e gesticulando como um mágico. Uma bicha louca com voz de veludo. Atrás da banda, um telão passava vídeos de flores, pássaros e coisas abstratas, junto com frases que só tornavam o espetáculo mais bonito ainda. Não tem como explicar mesmo. Set list enorme com direito a bis, banda agradecendo os brasileiros, um monte de gente chorando e agradecendo mais ainda por ter visto aquilo. Foi incrível, puta merda. Na segunda, acordei desesperado e quase desmaiei no banheiro. Quase vomitei também. Fiquei passando mal o dia todo, na viagem de volta, em casa, na faculdade (que tive que ir por causa da prova de Trade Marketing), até dormir. Mas valeu a pena. Tudo. Passaria mal de novo se fosse necessário. Até porque eu também passei mal durante os shows, só que de emoção.